Curso de Mediação Cível - Módulo Supervisão

Inscrições Encerradas

Li e concordo com os Termos deste curso
Destina-se, preferencialmente, aos alunos, aqui denominados como mediadores judiciais em formação, que realizaram o Curso Básico de Mediação Cível ministrado pela Escola. A supervisão será feita por mediadores instrutores/supervisores certificados pelo NUPEMEC/CNJ, sob a coordenação dessa Escola.

APRESENTAÇÃO

Conforme convênio estabelecido entre a PODER JUDICIÁRIO E A ASSOCIAÇÃO DOS JUÍZES DO RIO GRANDE DO SUL – AJURIS, por meio da ESCOLA SUPERIOR DA MAGISTRATURA, de nº 154/2016, que versa sobre a Capacitação de Mediadores e Conciliadores, o Módulo Supervisão faz parte da formação continuada do mediador que deseja certificar-se como Mediador/Conciliador Judicial pelo NUPEMEC. Destina-se, preferencialmente, aos alunos, aqui denominados como mediadores judiciais em formação, que realizaram o Curso Básico de Mediação Cível ministrado pela Escola. A supervisão será feita por mediadores instrutores/supervisores certificados pelo NUPEMEC/CNJ, sob a coordenação dessa Escola.

Também poderão participar do módulo de supervisão mediadores e/ou conciliadores judiciais já certificados pelo NUPEMEC-TJRS que desejam aprimorar a sua prática.

 

COORDENAÇÃO

Izabel Cristina Peres Fagundes

 

TERMINOLOGIA

MEDIADOR – aquele que já obteve o certificado de aproveitamento no curso de mediação básica ofertado pela Escola. 

MEDIADOR JUDICIAL EM FORMAÇÃO – mediadores com formação básica (Curso básico de mediação cível) que pretendem obter o certificado de mediador e/ou conciliador judicial fornecido pelo NUPEMEC-TJRS. 

ESTÁGIO PRÁTICO– termo utilizado para a prática da mediação e/ou conciliação, seja como observador, seja como mediador e/ou conciliador, a ser realizado junto aos CEJUSCS-TJRS;

SUPERVISÃO – termo utilizado para o módulo de acompanhamento dos mediadores e/ou conciliadores judiciais em formação, realizado pela ESM.

MEDIAÇÃO – atendimento no qual ambas as partes comparecem e são atendidas por mediadores, podendo chegar ao entendimento ou não. Poderá ser constituído de um ou mais encontros.

CONCILIAÇÃO – atendimento no qual ambas as partes comparecem e são atendidas por conciliadores, podendo chegar ao entendimento ou não. 

NUPEMEC-TJRS - Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos. Unidade vinculada a Segunda Vice-Presidência, sendo a responsável pela implantação e desenvolvimento da Política Judiciária Nacional de Tratamento Adequado dos Conflitos de Interesse no âmbito do TJRS.

CEJUSCS - Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania. Atendem demanda processual e pré-processual e atuam na prevenção, no tratamento e na solução de conflitos que versem qualquer matéria, judicializada ou não, sempre que admitida a solução da controvérsia por métodos consensuais, podendo ter abrangência regional, a critério do NUPEMEC.

 

CONSIDERAÇÕES INICIAIS

1. Em decorrência do convênio firmado entre a ESM e o NUPEMEC-TJRS os alunos que realizaram o curso básico de mediação cível da escola poderão obter o certificado de mediadores e/ou conciliadores judiciais junto ao NUPEMEC-TJRS devendo para tanto realizar o módulo de supervisão, oferecido pela escola, e estágio prático, realizado pelo NUPEMEC-TJRS.

2. O módulo de supervisão corresponde a 48 h/a, transcorrido em seis meses, divido em um encontro semanal de 2 h/a. Ele terá início concomitantemente ao início do estágio prático de mediação e/ou conciliação.

3. Os encontros de supervisão ocorrerão nas quartas-feiras no horário das 18 horas às 20 horas. Com início no dia 07 de dezembro/2016. 

4. O estágio prático corresponde à realização de 60 mediações, das quais 20 como observador e 40 como mediador, e/ou de 80 conciliações, das quais 40 como conciliador e 40 como observador.

5. O estágio prático será realizadas junto aos CEJUSCS e a supervisão sob responsabilidade da ESM. 

6. Para a obtenção do título de mediador e/ou conciliador judicial conferido pelo NUPEMEC-TJRS será necessário a apresentação do certificado do módulo de supervisão, de responsabilidade da ESM, do cumprimento do total das mediações e/ou conciliações e de outros possíveis requisitos exigidos pelo NUPEMEC-TJRS.

7. O mediador e/ou conciliador judicial em formação, oriundo do curso Básico de Mediação Cível da Escola, fica dispensado da apresentação dos relatórios exigidos pelo NUPEMEC-TJRS, para a certificação de mediador e/ou conciliador judicial.

8. O aluno poderá optar em realizar o estágio prático apenas em uma das modalidades (conciliação ou mediação) ou em ambas. Se forem concomitantes o aluno deverá disponibilizar um turno para cada uma das modalidades. O módulo de supervisão habilita o mediador e/ou conciliador judicial em formação para ambas as modalidades.

 

DA RESPONSABILIDADE DOS ENVOLVIDOS

1 A ESM fica responsável por:

1 Contato com o NUPEMEC-TJRS para fins de inclusão no cadastro de mediadores e/ou conciliadores em formação.

2 Envio da documentação do mediador e/ou conciliador judicial para o NUPEMEC-TJRS.

3 Pela supervisão direta (presencial ou por sistema à distância) dos mediadores.

4 Pela certificação do módulo de supervisão, requisito necessário para obtenção da certificação de mediação e/ou conciliador judicial.

5 Incluir o mediador no Núcleo de Estudo em Mediação - NEM da ESM-AJURIS.

 

2 O NUPEMEC fica responsável por:

1 Incluir o mediador no cadastro dos mediadores e/ou conciliadores judiciais em formação do NUPEMEC-TJRS.

2 Permitir a participação do mediador em todas as atividades pedagógicas desenvolvidas – reuniões, encontro de formação continuada, fórum, seminários e outros – inclusive nas atividades desenvolvidas na plataforma EAD de Supervisão/NUPEMEC-TJRS.

3 Por meio da secretaria do(s) CEJUSC(s), validar as planilha de controle de atendimentos realizados e emitir certidão de número de atendimentos realizados, discriminando as observações. 

4 Conferir certificado de mediador e/ou conciliador judicial ao mediador que cumprir com as todas as atividades exigidas.

 

3 O Mediador deverá:

1 Disponibilizar um dia e/ou turno para o estágio prático com o compromisso de comparecer à mediação e/ou conciliação. 

2 Informar o(s) CEJUSCs no qual deseja atuar.

3 Em caso de imprevisto, deverá procurar um colega para substituí-lo na lista de ediadores.

4 Em caso de impedimento para participar da mediação, deverá avisar o CEJUSC em tempo hábil para substituição.

5 Em caso de prosseguimento da mediação, ficará vinculado aos novos encontros agendados; 

6 Participar das reuniões de supervisão presencial, nas dependências da Escola.

7 No período de seis meses de supervisão, o mediador e/ou conciliador judicial em formação deverá comprovar a realização de, no mínimo, 50% das mediações e/ou conciliações previstas. 

8 O mediador e/ou conciliador judicial em formação manterá uma planilha de controle de atendimentos realizados (modelo NUPEMEC) para comprovação de tempo de trabalho voluntário prestado no(s) CEJUSC(s) para fins de concursos, títulos, pontuação na carreira, certificação, etc., na qual deverá constar a assinatura do outro(s) mediador(s) e observador(s) que participaram do atendimento.

9 O mediador e/ou conciliador judicial em formação deverá apresentar para o supervisor a planilha de controle de atendimentos realizados, devidamente validada pelo CEJUSCS,  a cada dois meses. 

10 O mediador só poderá atuar como medidor judicial depois de dois anos de formado (Lei 13140/2015-art. 11).

 

METODOLOGIA DO MÓDULO DE SUPERVISÃO

1 Com a inclusão do aluno no cadastro de mediadores e/ou conciliadores judiciais em formação no NUPEMEC-TJRS, a supervisão terá início. 

2 Os encontros de supervisão serão semanais com duas horas de duração.

3 O grupo de supervisão dos mediadores e/ou conciliadores judiciais em formação terá número limitado de alunos, que permita o atendimento e orientação exigidas.

4 A supervisão proporcionará orientação pedagógica para a prática, revisão do conteúdo ministrado no curso, estudo de caso, simulações de mediação e exercícios e dinâmicas para o desenvolvimento das habilidades e competências do mediador e/ou conciliador.

5 Durante a supervisão, o mediador e/ou conciliador judicial em formação será avaliado pelos supervisores. Serão consideradas as seguintes competências: saber (ter conhecimento da realidade), atitude (exercer a atividade de forma plena) e habilidades (saber fazer- aplicar o conhecimento na realidade onde atua).

6 Durante a atuação no estágio prático, bem como na supervisão, o mediador e/ou conciliador em formação deverá se portar com ética e respeito a todos as pessoas envolvidas nas atividades.

7 Ao final dos seis meses de supervisão, devidamente avaliado e aprovado, o aluno receberá um certificado correspondente a 48h/a do módulo de supervisão, fornecido pela ESM, que o habilitará para a certificação de Mediador e/ou Conciliador Judicial, desde que tenha cumprido os demais requisitos estabelecidos pelo NUPEMEC-TJRS.

 

PRAZO E FREQUÊNCIA DO MÓDULO DE SUPERVISÃO

1 A supervisão será oferecida por seis meses, ficando suspensa no período de recesso judicial e no mês de janeiro.

2 As reuniões de supervisão ocorrerão nas dependências da ESM, no período de duas horas por semana, durante seis meses, em dia e hora previamente indicado, divulgado no site da ESM. 

3 Para fins de certificação, o mediador e/ou conciliador em formação deverá ter no mínimo 90% de frequência.

4 No caso de eventual falta justificada, a possibilidade de recuperação ocorrerá mediante acordo entre o supervisionado e a coordenação.     

5 O mediador judicial em formação terá o prazo de um ano para aderir ao módulo de Supervisão, contado a partir do último dia de aula do curso Básico de Mediação Cível por ele realizado. Passado esse período, deverá realizar novamente o aludido curso. 

 

Obs. Essa inclusão ficará condicionada à existência de turma, bem como ao número de vagas disponíveis. 

 

DOCUMENTAÇÃO PARA O CADASTRAMENTO NO ESTÁGIO PRÁTICO

1 A documentação digitalizada deve ser enviada para o e-mail cursos@ajuris.org.br.

 

2 Documentos:

Ficha Cadastral Preenchida.  Acesse aqui o modelo

RG – CPF

Identidade Profissional ou diploma de nível superior

Atestado de que esta cursando faculdade.

Atestado de residência

Certidão negativa cível e crime Acesse aqui

 

OBSERVAÇÃO: Essa documentação será remetida ao NUPEMEC-TJRS que incluirá o mediador no cadastro de mediadores judiciais em formação. O NUPEMEC-TJRS comunicará, por e-mail, a sua habilitação para dar inicio do estágio prático no CEJUSC(s). Poderá o NUPEMEC-TJRS poderá solicitar diretamente ao aluno outras documentações que considerar necessário.

 

INÍCIO DO CURSO: 15/12/2016

 

INSCRIÇÕES

Período: de 17  novembro a 10 de dezembro de 2016, enquanto houver vagas. 

 

VALOR DO INVESTIMENTO

Valor:  R$ 1.507,04 – Parcelado em até 10 vezes no cartão de crédito via PayPal.

À vista – com desconto: R$ 1.295,91 - no boleto bancário.

 

*Associados e dependentes da AJURIS possuem 15% de desconto.

*Alunos do curso AprovAJURIS possuem 10% de desconto.

 

A inscrição somente será confirmada após pagamento. Vagas limitadas

 

RELAÇÃO DOS CEJUSCS PARA O ESTÁGIO PRATICO

2º Grau Porto Alegre - TJRS

Bagé

Bento Gonçalves

Cachoeirinha

Canoas 

Capão da Canoa

Carazinho

Caxias do Sul 

Cruz Alta 

Erechim

Esteio

Frederico Westphalen 

Gravataí

Guaíba

Ijuí

Lajeado

Novo Hamburgo

Passo Fundo 

Pelotas

Porto Alegre- FORUM 1

Porto Alegre – Partenon

Porto Alegre- Alto Petrópolis

Porto Alegre-Sarandi

Rio Grande

Santa Cruz do Sul

Santa Maria

Santa Rosa

Santa Vitória do Palmar

Santana do Livramento

Santo Ângelo 

São Borja

São Leopoldo

Sapiranga

Sapucaia do Sul

Taquara

Tramandaí

Uruguaiana

Viamão

 


Li e concordo com os Termos deste curso